As folhas são usadas para o tratamento de queimaduras, ferimentos, herpes e pequenas injúrias cutâneas. Suas folhas e cascas são consideradas tônicas, depurativas, anti-reumáticas e anti-inflamatórias. É usada também contra mordidas de cobra, como analgésico e hemostático em mucosas e lesões cutâneas.

É recomendada contra gastrite, úlceras internas e mau hálito na forma de chá por infusão. Em uso externo contra herpes labial e genital, gengivites, estomatite, aftas e feridas da boca e limpeza bucal.

 

Em suas folhas e casca são encontrados flavonas, óleos essenciais, saponinas, taninos, resinas e antocianosídeos que conferem a esta planta a sua fama como febrífuga, depurativa, anti-diarreica, cardiotônica, diurética e cicatrizante entre outros (BASILE et al.,1990; CARVALHO et al., 1999; ITOKAWA et al., 1990; BORGES et al., 2000; UNESC, 2005).  Pesquisadores conduzindo estudos sobre venenos relatam que as folhas e ramos dessa árvore contém um composto químico denominado lapachol, um composto anticancerígeno e antifúngico muito conhecido em outra espécie Tabebuia impetiginosa (TPD, 2006). Outros princípios ativos tem sido detectados na Casearia sylvestris, denominados diterpenos clerodanos ou carofilenos.

Contém Vitamina K.

Contra-indicações: Gravidez, menstruação.

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